Hoje as técnicas usadas para identificar quimicamente uma amostra de bauxita são caras e demoradas, surgiu se então a necessidade no laboratório da GAPRP na mina de Bauxita de Paragominas, de pesquisarmos uma técnica que suprisse estas deficiências, foi quando nossa atenção voltou-se para a difratometria de raios - x.
Realizarmos difração para quantificação química será um marco para a mineração, pois esta técnica é totalmente inovadora e seremos os primeiros.
A difratometria de raios-X nos fornece a composição mineral de uma amostra de Bauxita, a partir dos valores da composição mineral iremos realizar uma simples relação estequiométrica para quantificarmos quimicamente as concentrações da amostra.
Abaixo segue as considerações que iremos usar para quantificarmos a amostra, onde na frente do composto químico esta o respectivo mineral que o representa:
Alumina Aproveitável = % Al2O3 Gibbsita) + % Al203 (Bohemita)
Sílica reativa = % SIO2 ( Caulinita)
Sílica não reativa = (Quartzo)
Ferro = Goethita e Hematita
Titânio = Anastásio e Rutilo
De inicio já realizamos alguns testes com amostras da Mina de Bauxita de Paragominas, os primeiros resultados obtidos foram comparados com a técnica atual utilizada pelo laboratório, ICP (Inductively Coupled Plasma) e via úmida, tivemos resultados bem satisfatórios, com erro médio abaixo de 6% quando comparados os resultados de Alumina aproveitável.
Mesmo que a nova técnica não se comporte hoje exatamente como as atuais, pois ainda a estamos estudando, de modo identificar todos possíveis fatores que possam interferir nos resultados, para orientação de Lavra e controle de pocesso com certeza ela já pode ser considerada eficaz, pois considero que o tempo de resposta é um fator primordial para estratégias de tomada de decisão.
Comparativo:
DIFRATOMETRIA ICP
Tempo de analise 5 minutos 5 Horas (300 minutos)
Reagentes utilizados Nenhum reagente NaOH, NaCl, HCl, CDTA, floculan
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Today the techniques used to chemically identify a sample of bauxite are expensive and lengthy, so if the need arose in the laboratory of GAPRP Bauxite mine in Paragominas, we search for a technique that supplied these deficiencies, when our attention was turned to the X -ray diffraction.
Realization of diffraction to quantify chemistry will be a milestone for the mining, as this technique is completely innovative and will be the first.
The X-ray diffraction provides us with the mineral composition of a sample of bauxite, from the values of mineral makeup will perform a simple stoichiometric relationship to quantify chemical concentrations in the sample.
Below follows the considerations that we use to quantify the sample, where the front of this chemical compound its mineral that is:
Usable alumina Al2O3 =% gibbsite) +% Al203 (Bohemita)
Reactive silica =% SIO2 (Kaolinite)
Non-reactive silica = (Quartz)
Iron =Goethite and Hematite
titanium =Anastasio and rutile
From the beginning have already done some tests with samples of Paragominas Bauxite Mine, the first results were compared with the current technique used by the laboratory, ICP (Inductively Coupled Plasma), and anaysis by titration, we had quite satisfactory results, with average error below 6% when compared Alumina usable results.
Even if the new technique today can not behave exactly like the current ones, because we are still studying in order to identify all possible factors that may affect the outcome, for the guidance of Lavra and control process sure It can be considered effective, because I believe that the time response is a major factor in the decision-making strategies.
Compare:
ICP diffractometer
Analysis time 5 hours 5 minutes (300 minutes)
Reagent NaOH, NaCl, HCl, CDTA, floculan No reagents
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