A escória de alumínio gerada na fusão de sucata de alumínio em fornos de revérbero a combustível ou elétricos, tem se mostrado um mal necessário para boa parte dos fundidores, ou seja ela é inevitável na fusão do alumínio. No entanto a escoria assim que removida do forno tem altos teores de alumínio metálico, da ordem de 50 a 80%. Porém, se mal processada todo alumínio metálico poderá se oxidar durante o resfriamento da escória. Houve uma evolução tecnológica importante no trato das escorias, objetivando torná-las um subproduto na fundição e não um resíduo praticamente sem valor econômico. O presente trabalho procura mostrar conceitos e equipamentos que estão à disposição das indústrias para gerar escoria que mantenham altos teores de alumínio, que posteriormente poderão ser reaproveitados. Nesse sentido, os custos de produção poderão se minimizados com o aproveitamento do alumínio contido na escória.
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The aluminum dross generated during the remelt of aluminum scrap in reverberatory furnaces, is considered for several foundries an unavoidable residue with no commercial value. Nevertheless the dross as soon as removed from the furnaces has an important quantity of aluminum in the range of 50 - 80%. If the dross has not an adequate cooling after removed from the melting furnace the aluminum is oxidized. Important evolution of the technology to treat the dross are being disclosed for the foundries aiming to keep the aluminum content in the dross, thus avoiding a foundry residue ("poor dross"). This paper shows concepts and equipment available to get a dross as a by-product and not a residue. Certainly, this will represent an important cost reduction.
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